
A Microsoft foi condenada por uma corte americana a pagar 1,5 bilhões de dólares de idenização à Alcatel-Lucent, por uso não autorizado da tecnologia MP3. O problema é que duas empresas são as criadoras do formato de música MP3, o mais usado do mundo, a Alcatel-Lucent e a Fraunhofer (agora chamada Thomson). A Microsoft pagou 16 milhões de dólares à esta empresa para licensiar o MP3 para o Windows, mas a corte decidiu que a Alcatel-Lucent também era proprietária do formato, portanto, deveria ser paga pelos direitos de uso. O valor foi calculado levando em consideração as vendas do Windows a partir do ano 2003 até hoje. A Microsoft afirmou que irá apelar da decisão.
O veredito gerou grande repercursão no mercado, pois centenas de empresas pagaram os direitos de uso do formato MP3 à Thomson e agora estão sujeitas ao mesmo processo movido pela Alcatel-Lucent. Dentre essas empresas está a Apple, criadora do iPod, player de música mais vendido no mundo.
Fonte: The New York Times (via CNET).







O DRM (Digital Rights Management), proteção anti-pirataria para conteúdo digital, levou outra “sapatada”. Ninguém menos que Steve Jobs, CEO da Apple e “pai” do iPod, escreveu uma carta no site da Apple falando sobre o futuro do DRM, inclusive levando em consideração um futuro sem o DRM. Veja abaixo alguns trechos da carta:
Rumores apontam que a Amazon, gigante de vendas online americana, estaria pensando seriamente em vender músicas sem DRM em sua futura loja online de música digital, concorrente da iTunes Store. Já existem outros sites que vendem músicas legalmente sem DRM na internet, mas são pouco expressivos por que não recebem apoio de nenhuma das grandes gravadoras americanas. Entretanto, a Amazon é a 4a. maior revendedora de música nos EUA (
